Budapeste – PARTE I

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A pergunta que se impõe é: Malta ou Marraquexe? Eu e o Gonçalo escolhemos Budapeste.
Trocamos o sol pela neve, os chinelos pelas luvas, os fatos de banho pelos casacos e o camelo pelo tuk-tuk. 
Budapeste foi isto mesmo, muita neve, as luvas e os casacos tornaram-se nos nossos melhores amigos e o tuk-tuk o nosso transporte de eleição.
Aterramos em Budapeste pelas 21horas e fomos diretamente para o hotel. Optamos pelo Museum Hotel Budapest por dois motivos: localização e relação preço-qualidade. Situado no centro da cidade estávamos perto de todos os pontos de interesse, restaurantes e supermercados que a cidade oferecia, e isso é o que realmente importa quando se vai viajar. Quanto ao hotel, era bastante moderno principalmente na decoração, o nosso quarto era espaçoso, iluminado e sobretudo quente – o que para nós parecia uma miragem quando voltávamos das temperaturas negativas. Posto isto, vamos ao fator que para mim é realmente fulcral na escolha de um hotel –BREAKFAST!!
Quem me conhece sabe que para mim a refeição mais importante do dia é o pequeno-almoço e não, não é cliché. Posso não almoçar, não jantar, mas o pequeno-almoço não pode falhar, nunca!!! Agora imaginem um pequeno-almoço de hotel onde a única questão é: “Por onde começar?”
Aqui a escolha não era muita, entre o pequeno-almoço português (torrada e o café com leite) o pequeno-almoço inglês (tudo o que envolva fritos e mais fritos) e a fruta fresca.
O 1º dia teve início às 11h começamos por planear tudo aquilo que queríamos visitar para ser mais fácil na gestão de tempo.
Primeira paragem: O majestoso Parlamento em Kossuth de Lajos Tér. O Parlamento é ponto de paragem obrigatória, é de cortar a respiração e onde não é possível tirar um má fotografia.  O passeio continua, a ideia era vermos o parlamento, mas agora de frente. Uma caminhada de 20 minutos a pé onde deu para receber um murro no estômago ao ver todos os sapatos na margem do rio Danúbio. Percebe-se perfeitamente que é simbolismo de uma grande tragédia onde paira um silêncio ensurdecedor.
Segue-se a Ponte Széchenyi Lánchíd (Ponte das Correntes) que atravessa o rio Danúbio entre Buda e Pest.
Com o cair do dia o turismo mudou e passamos para o gastronómico, aqui a escolha foi rápida e fácil. Com ajuda do tripadvisor optamos pelo restaurante Fuego, onde comemos um delicioso frango assado que nos fez lembrar o nosso país. O preço desta refeição rondou os 25€ – preço para duas pessoas.
Entre o frio, a neve e muitas fotos passamos o primeiro dia maravilhados com a cidade.
A viagem continua no próximo episódio, fiquem desse lado.
Xoxo,

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